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Reforma da Previdência - Empréstimos consignados a aposentados e pensionistas

LFG - Reforma da Previdência - Empréstimos consignados a aposentados e pensionistas'

 

Os debates orçamentários e movimentos para estancar o déficit governamental por meio da Reforma da Previdência já trazem consequências negativas para a oferta de crédito. Como exemplo, alguns bancos que atuam no ramo de empréstimos consignados a aposentados e pensionistas passaram a suspender essa oferta a clientes com menos de 60 anos de idade que estão aposentados por invalidez.

E o motivo é que 1,1 milhão das pessoas que recebem benefício por incapacidade pelo INSS há mais de dois anos estão sendo reavaliados pela chamada operação “pente fino" e, quem não comparecer à perícia ou for considerado apto a voltar ao mercado perderá a aposentadoria, segundo informou o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Até 31 de outubro de 2016 foram realizadas quase 21 mil perícias e, de acordo com informações do governo, a medida já gerou economia de R$ 220 milhões para o Fundo da Previdência.

Desta vez, 530 mil beneficiários com auxílio-doença que estão há mais de dois anos sem perícia serão convocados por meio de carta. Após o comunicado, o segurado terá cinco dias úteis para agendar a perícia pelo telefone 135.


Medo da inadimplência

Especialistas em crédito preveem que mais bancos de médio porte aplicarão a restrição e não descartam que grandes instituições também apliquem a medida, já que a base para a operação consignada é a aposentadoria e, caso seja suspensa, não haverá garantia para esse tipo de crédito. Os bancos temem que muitos desses clientes possam ficar inadimplentes, já que as prestações do crédito consignado são descontadas diretamente da folha de pagamento do INSS.


Reforma

O governo estima que mais de 3 milhões de pessoas recebem aposentadorias por invalidez há mais de dois anos sem atualização da perícia médica, representando um custo mensal de R$ 3,6 bilhões. As mudanças apresentadas pelo governo Temer são uma tentativa de estancar o déficit da Previdência.

Calcula-se para este ano uma defasagem de R$ 200 bilhões entre a arrecadação e os benefícios a serem pagos, o que representaria um aumento de 37% sobre o ano de 2016.

 

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