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Dicas para fazer a redação que o examinador espera ler

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Se tem uma coisa que todo concurso público cobra é redação. Para muitos, chega até a parecer algo muito fácil de ser executado – tanto que, muitas vezes, seu estudo é negligenciado durante a preparação. Porém, o que os especialistas mais notam é a dificuldade dos candidatos em conseguir atingir a nota mínima (6) na atividade.

Para Luciane Sartori, professora de língua portuguesa da LFG, o candidato deve estudar pensando que deve escrever um texto que uma criança de 10 anos consiga compreender. Além disso, o conteúdo deve apresentar todas as exigências da banca examinadora. “O texto deve ser claro. A leitura precisa ser fácil e tudo tem que estar explicado”, recomenda.

Veja alguns critérios obrigatórios listados pela professora para produzir uma redação que leve à aprovação.

1 - Não fuja do tema: É comum que os candidatos façam rodeios e acabem se distanciando do assunto central nas redações. Segundo Luciane, quem se afasta do tema costuma perder 50% da nota. Por isso, trate diretamente dos tópicos pedidos;

2 - Capriche na letra: Não, a letra não precisa ser linda, mas precisa ser legível. Além disso, é importante respeitar as margens da folha e o espaço do parágrafo. Esses cuidados valem 10% da nota. Isto porque tornam a leitura mais agradável, além de facilitar a vida do examinador.

3 - Siga uma sequência lógica: Utilizar o famoso começo, meio e fim garante que a dissertação tenha coesão e coerência, que segundo a especialista são dois critérios básicos. Além disso, o bom uso dos “conectores” é fundamental para “amarrar” as ideias;

4 - Não cometa erros gramaticais: Escrever de acordo com a norma culta da língua portuguesa é obrigatório, ainda mais quando se trata de redação;

5 - Demonstre autonomia de pensamento: O uso de frases prontas, clichês e ditados populares não é proibido, mas eles não devem ser usados como argumento. A professora indica que os candidatos formulem suas próprias construções.

 

*Conteúdo produzido pela LFG

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