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Internacional e constitucional: piores desempenhos no Exame Nacional da OAB
Luiz Flávio Gomes - 15/09/2009
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Ver mais Enviar para um amigoImprimir EditarLuiz Flávio Gomes | Professor de direito e fundador da rede de cursos preparatórios LFG Ingressar no serviço público por meio de concurso é um projeto que atrai número crescente de brasileiros de todas as idades e regiões. Vantagens como salários acima da média paga pela iniciativa privada, estabilidade e promoções por tempo de serviço são apenas alguns dos atrativos do emprego público. Com o crescimento da oferta de vagas nos últimos anos, aumentou também a concorrência. A conquista de uma oportunidade em cargos na área federal tornou-se um desafio que exige dedicação e estratégia. Algumas seleções atraem mais de 300 mil pessoas em todo o País.
No entanto, a maioria dos candidatos investe pouco na preparação ou estuda de maneira equivocada, alerta Luiz Flávio Gomes, professor de direito e fundador de rede de cursos preparatórios para concursos LFG. Em entrevista ao jornalista João Mauro Uchôa, ele sinaliza os principais erros cometidos por concurseiros de primeira viagem e aponta o fator motivação como elemento fundamental na corrida por uma oportunidade de emprego no serviço público. Para quem está disposto a investir na preparação sem perder tempo e dinheiro, Gomes mostraos critérios para escolha de um bom curso preparatório.
O Senado Federal aprovou regras sobre o nepotismo no ano de 1997. Desde o fim dos anos 90 até hoje, o que temos visto diretamente de Brasília é que a Câmara dos Deputados vem empurrando o assunto com a barriga, sob os mais variados e duvidosos pretextos. Mas o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu colocar um basta nisso. Uma das principais razões para a recente edição da Súmula Vinculante nº 13, que proíbe o nepotismo nos três poderes, pelo Supremo, reside nessa omissão legislativa. Durante décadas, nossa corte suprema, sob o império da visão legalista - de que todo o direito está fundado na lei -, sempre aceitou servilmente a renitente omissão do legislador. Dizia-se: sem lei nada pode ser feito.
Depois da lei seca, vigente desde o dia 20 de junho, reduziram-se os acidentes de trânsito em praticamente todo o Brasil - 15,3% só no Estado de São Paulo. As mortes também: 8,8% no Estado de São Paulo e 63% na sua capital. E os custos hospitalares? Economia de R$ 4,5 milhões em um mês, considerando os 30 hospitais estaduais da Região Metropolitana de São Paulo - de um mês para outro caíram os atendimentos drasticamente: de 9.102 para 4.449. A que se deve tanta diminuição?
Não queremos viver em perigo nas ruas e estradas, mas também não estamos dispostos a suportar os excessos do poder público.
A TRAGÉDIA gerada no Brasil pelos acidentes de trânsito está devidamente quantificada: cerca de 35 mil mortes por ano, 400 mil feridos, 1,5 milhão de acidentes e R$ 22 bilhões por ano só para cobrir gastos com desastres em estradas federais. Política de tolerância zero: eis a bandeira da lei 11.705/08, marcada por exageros, equívocos e abusos.