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Conheça a carreira de Edilson Vitorelli no Direito Processual Civil

LFG - Conheça a carreira de Edilson Vitorelli no Direito Processual Civil

 

Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, o professor da LFG e Procurador da República, Edilson Vitorelli, conta que experimentou tudo o que a faculdade tinha para oferecer durante a graduação.

 

“Fiz estágios em todas as áreas possíveis passando pelo serviço público, iniciativa privada, órgãos estaduais, federais e também pela assistência judiciária da própria universidade, onde atendia a população que não podia pagar por um advogado”, conta Vitorelli. “Toda essa bagagem me ajudou a decidir seguir pelo caminho do concurso público”, revela.

 

 

APROVADO EM 1º LUGAR


O professor Edilson Vitorelli prestou seu primeiro concurso público, para Procurador do Estado de Minas Gerais, exatamente dez dias após a colação de grau e foi aprovado em primeiro lugar. Atuou na profissão por mais de três anos e lá exerceu várias atividades como consultoria e assessoria.

 

O professor explica que a realidade dos concursos públicos em 2005 era muito diferente da realidade atual.

“Ainda que em 2005 os concursos públicos fossem bastante concorridos, o cenário era diferente, pois hoje, a cada ano que passa, fica mais difícil para uma pessoa ser aprovada em concursos públicos assim que sai da faculdade”, explica Edilson.

 

O professor conta que o diferencial para conseguir essa aprovação imediata foi sua dedicação durante a faculdade. “O principal segredo naquele momento foi levar meu curso de graduação muito a sério. Infelizmente, boa parte dos alunos de direito se contenta apenas em passar na matéria e não se preocupa muito, de fato, com o que está aprendendo”, lamenta.

 

 

ALUNO DA LFG


Em 2007, enquanto atuava como Procurador do Estado de Minas Gerais, Edilson começou a se preparar para outros concursos públicos.

 

“Ser Procurador do Estado é uma atividade bem criativa e interessante, mas optei por procurar uma posição em que eu pudesse ser mais imparcial e agir de acordo com as minhas próprias convicções”, conta.

 

Ele diz que naquela época trabalhava em tempo integral, por isso a dificuldade para conseguir estudar sozinho era maior. Foi quando decidiu fazer o curso preparatório da LFG, entre o segundo semestre de 2007 e o primeiro semestre de 2008.

 

“Estudar na LFG foi muito importante para mim. Foi um curso que direcionou os meus estudos no momento em que eu tinha pouco tempo para me dedicar, já que eu trabalhava em tempo integral na Procuradoria do Estado”, revela.

 

 

DÚVIDA CRUEL


O professor Edilson Vitorelli estudou na LFG para se preparar para os concursos de Juiz Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e também para o concurso do Ministério Público Federal. O concurso do Tribunal Regional Federal terminou antes e o professor foi aprovado em 6º lugar. Então tomou posse como juiz federal.

 

Com o concurso do Ministério Público Federal ainda em andamento, Edilson decidiu seguir para as próximas etapas e também foi aprovado, em 5º lugar, no concurso do MPF.

 

“Fiquei com essa decisão na mão, de ter que optar em continuar na carreira de Juiz Federal ou assumir o cargo de Procurador da República. Isso pode parecer uma coisa boa para muita gente, mas na verdade é uma decisão difícil porque são duas carreiras muito boas”, conta Edilson.
Edilson optou por seguir a carreira de Procurador da República, onde atua há quase 9 anos.

 

 

OPÇÃO PELO MPF


O professor Edilson Vitorelli conta que escolher pela carreira de Juiz Federal ou Procurador da República foi uma decisão muito difícil a tomar. “Eu não sabia de qual carreira eu ia gostar mais. Eu achava que ia gostar do Ministério Público Federal, mas eu gostava também de ser juiz, são duas carreiras muito bonitas e interessantes. Ele conta que dois fatores foram fundamentais para que ele optasse pela carreira de Procurador da República:

 


Mobilidade

 

O Ministério Público Federal é uma carreira nacional, então Edilson considerou que teria mais mobilidade do que no cargo de juiz em um Tribunal Federal Regional. “ Se optasse por seguir como Juiz Federal, ficaria restrito a atuar em apenas uma região”, explica.

 


Dificuldade do concurso


“Naquela época o concurso do MPF era mais difícil. Então, se eu me arrependesse e tivesse que fazer um concurso pela segunda vez, seria mais fácil passar no concurso da magistratura do que no concurso do MPF”, explica o professor.

 

Ao se lembrar da escolha, Edilson confirma estar 100% seguro de ter seguido o caminho certo. “A carreira do Ministério Público me permite ser mais ativo e construir teses, em vez de julgar teses construídas por outras pessoas. Eu não faço questão de ter a palavra final, pois meu perfil é mais voltado à construção de coisas novas, por isso escrevo livros e faço diversas pesquisas”, revela.

 

 

CARREIRA ACADÊMICA


O professor Edilson Vitorelli conta que a docência sempre foi uma grande paixão e se inspira em sua mãe, professora há mais de 40 anos. “Depois que me estruturei no Ministério Público Federal decidi me dedicar à carreira acadêmica, então fiz mestrado, doutorado, pós-doutorado e me tornei professor de graduação em Direito e na pós-graduação da LFG.

 

O professor Edilson se alegra em agora fazer parte da LFG como professor. “É uma experiência muito legal e, inclusive, fui aluno de vários dos atuais professores da LFG como o Freddie Didier e O Pablo Stolze. É muito divertido e gratificante estar do outro lado e tentar ajudar outras pessoas a trilhar seus caminhos”, conta Edilson.

 

O professor explica aos alunos que Direito é uma carreira que exige dedicação, acima de tudo. “O bom jurista é o que estuda mais. Não tem atalhos e nem milagres. Quanto mais você estudar, melhor você será. E isso é bom, pois qualquer pessoa que se dedicar terá condições de chegar lá”, avalia Vitorelli.

 

 

COMO DOMINAR O DIREITO PROCESSUAL CIVIL


O professor explica que existem duas principais dificuldades para os alunos que pretendem dominar os assuntos referentes à matéria de Direito Processual Civil.

 


Fixação do conteúdo


Os alunos que estudam Direito Processual Civil para concursos públicos lidam com uma matéria muito longa. “A grande dificuldade é ele conseguir estudar hoje sem esquecer o que estudou ontem, e estudar amanhã sem esquecer o que estudou hoje. Resolver isso é o grande desafio, então é preciso ter um método de fixação”, explica o professor.

 

Para isso existem várias possibilidades como reler a matéria, grifar e fazer resumos. “Existem várias possíveis técnicas que se adequam a cada perfil de aluno. Fato é que não basta só assistir a aula e ler o livro, pois nenhum cérebro conseguirá absorver o conteúdo dessa forma”, recomenda.

 


Experiência prática


A segunda dificuldade surge para os alunos que não tiveram experiência prática durante ou depois de terminar a faculdade. “O processo civil é uma matéria prática, que não envolve grandes questões teóricas. Então, quando o aluno não tem uma experiência prática ele apresenta mais dificuldades”, conta.

 

 

PERFIL DO PROFESSOR


Edilson Vitorelli conta que é um professor extremamente metódico, por isso suas aulas são muito bem preparadas. “Eu não chego para dar aulas sem ter pesquisado e preparado a aula minuciosamente. As minhas aulas envolvem um esforço didático muito grande fora da sala de aula, porque eu quero apresentar para o aluno a matéria mais completa possível da forma mais didática possível”, explica.

 

Seu desafio é que os alunos não errem nenhuma questão do conteúdo que apresentou em aula. “Esse é o meu lema. Meu aluno não vai errar nada dessa matéria, pois não há nada mais que o examinador possa cobrar que o meu aluno não tenha condições de saber”, diz o professor.

 

 

MOTIVAÇÃO


O professor Edilson Vitorelli explica que é importante o aluno ter consciência de que a missão de ser aprovado em um concurso público é longa e muito difícil. “Essa consciência é necessária porque ela é libertadora. Se o aluno entrar em um curso preparatório achando que ele vai alcançar o objetivo rapidamente, o risco dele se frustrar é grande”, explica Vitorelli.

 

“E para finalizar, por mais que muita gente fale que prestar concursos públicos é uma corrida, na verdade a aprovação não é o fim, mas sim o começo de uma carreira que dura, pelo menos, trinta e cinco anos”, finaliza o professor Edilson Vitorelli.

 

 

Conteúdo produzido pela LFG, referência nacional em cursos preparatórios para concursos públicos e Exames da OAB, além de oferecer cursos de pós-graduação jurídica e MBA.

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