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Conheça a carreira do professor Rafael Barone no Direito Penal

Conheça a carreira do professor Rafael Barone no Direito Penal

 

 

Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Mestre em Direito Penal e Diplomado em Direitos Humanos Internacionais pela mesma instituição, o professor Rafael Barone divide seu tempo entre a carreira acadêmica e a assessoria jurídica no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

 

Aos 33 anos, o professor da Rede LFG, conta que se encantou com o Direito Penal ao assistir ao filme “O Silêncio dos Inocentes”. A obra cinematográfica, em que uma investigadora procura um psicopata para auxiliá-la a desvendar um assassinato, serviu de inspiração ao professor.

 

Autor de artigos para as obras “Execução Penal no Brasil” e “Tratado Jurisprudencial e Doutrinário - Processo Penal”, Rafael contou ao blog Acontece LFG um pouco mais sobre sua carreira como professor e como assessor do TJSP. Confira:

 

Há quanto tempo está na área jurídica?
Desde 2003, quando ingressei na PUC/SP

 

Como surgiu o interesse pela área jurídica?
Tenho alguns familiares na área jurídica, porém não houve nenhuma influência destes em minha escolha. Ao revés, sou o primeiro da seara penal. Minha paixão pela área criminal surgiu em razão do clássico filme “O Silêncio dos Inocentes”, em que a personagem principal atua como investigadora em caso perpetrado por um psicopata.

 

Anos depois, enquanto estava na graduação, tive a oportunidade de me aproximar da área penal, pois empreendi estágios em grandes escritórios criminais (ressaltando dos doutores Reale, Fragoso e José Carlos Dias). Ato contínuo, também me centrei nos estudos acadêmicos desta matéria e passei a desenvolver monitoria em Direito Penal, na PUC/SP, sob a supervisão do professor Guilherme de Souza Nucci.

 

Você atua na área pública? Em qual setor?
Sim. Logo que me formei, além de advogar, passei a integrar os quadros da Prefeitura de São Paulo, na qualidade de assessor jurídico, da Subprefeitura da Sé. Posteriormente, ingressei no Tribunal de Justiça, onde permaneço, no gabinete do Desembargador Nucci.

 

Como surgiu a vontade de dar aulas?
Surgiu enquanto eu ainda era aluno da graduação, sendo o professor Nucci a verdadeira inspiração para tanto. Desde que iniciei como seu monitor, em 2004, nunca mais me afastei da área acadêmica. Em 2019 completarei 15 anos de aulas. Para tanto, após a graduação, segui no programa de pós-graduação, em que me tornei diplomado em Direitos Humanos Internacionais e Mestre em Direito Penal, também pela PUC/SP.

 

Atualmente, leciono nos cursos de graduação e pós-graduação, no ramo do Direito Penal, em diferentes instituições.


Como é ser uma profissional da área jurídica atualmente?
Creio que temos um árduo mister (trabalho contínuo; permanente), sobretudo em razão das recorrentes alterações promovidas em nossos ditames legais. Tal situação, exige do profissional o estudo constante e ininterrupto, como forma de garantir sua boa atuação.

 

Como avalia a carreira jurídica na área pública?
Em minha percepção, o exercício de qualquer cargo público é, antes de mais nada, uma grande honra. Afinal, servimos à população. Sem dúvidas, deve ser assim desenvolvido, frise-se, com o comprometimento máximo, por todo aquele que ocupa um cargo público, seja qual for sua função.

 

Do que você mais gosta em sua profissão?
A possibilidade de vivenciar aquilo o que um dia era apenas um sonho: atuar na área penal.

 

Por que escolheu a área do Direito Penal?
É difícil descrever o motivo pelo qual nos identificamos com determinado campo e desenvolvemos tal predileção. De fato, gostava muito de estudar as demais matérias, uma vez que era bastante aplicado no estudo do Direito Civil e também fui bom aluno em outras disciplinas. Porém, o Penal sempre teve destaque em minhas escolhas, inclusive nos estágios que desenvolvi ao longo da graduação.

 

Comente alguns casos que mais marcaram sua carreira.
Um caso bastante emblemático, com o qual tive contato indireto, em razão da época em que estudei na PUC, foi o de Suzane Von Richthofen. Me lembro de acompanhar detalhadamente o desenvolvimento do processo e assistir pessoalmente aos cinco dias de julgamento, no Fórum da Barra Funda. Foi algo realmente marcante que, inclusive, comento em minhas aulas.

 

Diga algo que engrandeça aos futuros profissionais.
Sabemos que todas as áreas estão saturadas, o mesmo se pode falar do Direito. Porém, isso não deve ser visto como fator impeditivo para aqueles que pretendem seguir nossa carreira. Lembre-se que sempre há espaço para o bom profissional. E, para se tornar um bom profissional, antes de mais nada, é necessário desenvolver aquilo o que gostamos. Só assim nos interessaremos e agregaremos o diferencial necessário para nos destacarmos.

 

 


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