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Quais as armadilhas mais recorrentes em concursos?

Quais as armadilhas mais recorrentes em concursos?

É fato que o nervosismo e ansiedade podem tomar conta de seu estado emocional nos dias anteriores e, principalmente, no momento da prova.

 

No entanto, com esses percalços a resolver, as principais armadilhas, chamadas geralmente de “pegadinhas”, tendem a ser facilmente aplicadas, mesmo se você estudou bastante para alcançar seus objetivos e fazer uma avaliação de qualidade.

Entretanto, as tais armadilhas são, para concurseiros, essenciais para que haja o destaque de quem realmente leu aos enunciados com atenção, bem como também para quem usou raciocínio lógico e manteve a serenidade necessária para terminar a prova de forma satisfatória. Por isso, o Blog Acontece LFG separou dicas valiosas e exemplos das principais formas de aplicação das tais pegadinhas. Confira!


Não se preocupe só com as armadilhas

 

A preocupação exagerada com as pegadinhas em prova pode não somente piorar sua ansiedade, como também fazer com que você só se atenha a achá-las. Obviamente, não é correto deixá-las de lado totalmente.

 

Mas procure ler os enunciados sem que essa preocupação seja o primeiro foco de sua prova. Nem sempre o teste está repleto destas armadilhas. Vale prestar atenção em todo o conjunto da prova. Se desconfiar de que algo está ali para te tirar a atenção, releia o quanto for necessário, mas sem paranoias.


Fique atento aos tipos de armadilhas

 

As propostas para confundir ou mesmo treinar seu conhecimento por meio de lógica podem ser aplicadas de diversas formas. Assim, faz-se necessário ter todo cuidado ao, novamente, ler o enunciado da questão. Se a avaliação for aplicada em formato de teste, com respostas de múltipla escolha, preste atenção em todo o contexto.

 

Pode ser, por exemplo, que um regimento municipal de leis esteja sendo descrito como um regimento nacional. Há também os casos em que a atribuição exposta na questão compita ao Senado Federal, enquanto que, em sua formulação, aponta a Câmara dos Deputados como solucionadora do determinado caso.

 

Essas ações, muitas vezes, testam as referências cognitivas básicas sobre o assunto em questão. É uma das formas mais clássicas aplicadas em concursos de diversos graus. Além disso, é muito importante estar atento aos termos da área que, para a jurídica, possuem um significado diferente do aplicado no dia a dia. Por isso, saber também como os termos são usados na área jurídica e seus adjacentes é fundamental para escapar das pegadinhas.


Analise as alternativas similares

 

Outro ponto comumente aplicado nas provas de concursos é a alternativa de resposta similar na mesma questão. Neste caso, a melhor atitude a tomar é, com cautela, procurar entender o contexto da questão, bem como das respostas semelhantes.

 

Quanto mais o aluno estudar o assunto em questão, mais facilmente irá se desvencilhar de errar por similaridade. Às vezes, apenas uma palavra difere totalmente uma alternativa da outra. É preciso redobrar a atenção e ter confiança de que, se você estudou, aquilo está no papo!


A alternativa “A”

 

Esta armadilha é velha conhecida de concurseiros mais experientes. Trata-se de, quase que nos mesmo moldes das alternativas similares, induzir o aluno ansioso ou desatento em sua resposta. Assim, a alternativa que estiver na letra “A” pode juntar, em um só elemento, a estratégia de ter respostas similares, valer-se de palavras de múltiplos significados ou ainda ter apenas um órgão ou número de lei, por exemplo, para que o aluno a escolha sem que nem perceba o erro.

 

O mesmo pode acontecer com as pegadinhas da “exceção”, da “generalização” e também com a do “respectivamente”. A interpretação do texto deve ser o balizador que evitará esse tipo de problema ao fazer a prova. Afinal, se você souber interpretar bem o enunciado, assim como suas possíveis respostas, já garantirá o escape de uma distração.


Erros comuns

 

Não é segredo para ninguém que a preparação é fundamental para quem deseja prestar concurso público. Por isso, não adianta prestar o concurso apenas por prestar. Se você deseja passar nesse concurso e seguir sua carreira a partir dele, não caia no jogo de tentativa.

 

Um dos principais erros de pessoas que querem iniciar sua carreira passando em um concurso público é saber apenas parte do conteúdo ou mesmo pensar em fazer a prova porque já a conhece, sem ao menos entender o que está sendo pedido.

Outro ponto fundamental e de grande valia ao aluno é conhecer a empresa ou fundação organizadora do concurso, pois cada uma tem uma metodologia de aplicação, bem como a variação dos assuntos cobrados em suas provas.

 

É claro que as provas, geralmente, seguem seus estilos particulares. Mas não é por isso que você, mesmo tendo prestado outros concursos, saberá exatamente como esta será feita. O ideal é separar um tempo para estudar em um ambiente calmo e sem interferências.

 

Além disso, ter um método próprio de estudos pode ajudá-lo bastante. Tudo porque algumas pessoas se saem melhores em seus aprendizados pelo sistema auditivo. Outras, por meio de treino e repetição (fazer exercícios de concursos anteriores, por exemplo). Ainda há aquelas que precisam escrever para gravar e compreender melhor o que está sendo pedido. Descubra qual o melhor método para você e use-o bastante.

E nunca, deixe de ler o edital. É esse documento que direciona o que deve ser estudado, bem como o que as provas costumam cobrar. Com estudos, dedicação e a forma correta de estudar, de acordo com sua personalidade e disciplina, as chances aumentam.


 

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